Olá! ;-)

Eu sou Bruno Cabral, homem gay e nascido em Brasília, onde ainda moro. Minha trajetória cruza diferentes áreas: das artes cênicas (CAL) à política internacional, passando pela escrita como forma de expressão. Estudei Relações Internacionais (CEUB) e atuo há quase duas décadas com cooperação em matéria de meio ambiente e temas sociais. Mas foi após enfrentar uma doença grave que reencontrei na escrita criativa um renovado impulso de vida.

Voltei a estudar, me formei roteirista (EBAC) e fiz uma pós-graduação em escrita criativa (FAAP). Desde então, escrevi meu primeiro longa e co-criei séries que abordam temas como masculinidade, luto, envelhecimento e justiça social. Como artista e cidadão, me interesso pelas grandes experiências humanas — amor, raiva, paixão, morte — e por como elas moldam, geração após geração, a sociedade, as famílias e os indivíduos.

Cursos 2026

A construção de uma campanha de impacto: o cinema como
ferramenta de mobilização social.
Ibirá Machado, Carapiá Filmes.

Dirigindo as Palavras: A Criação da Imagem Fílmica na Escrita do Roteiro. Guilherme Petry, Roteiraria.

Dramédia: A Escrita Estruturada para Aliar Humor e Melancolia. João Pedro Pinho, Roteiraria.

Laboratório: Como Escrever Argumentos. Kelly Cristina Spinelli, Roteiraria.

Narrativas Potentes no Cinema. Miguel Machalski, B_arco.

True Crime e Outras Histórias Reais.
Maria Carolina Telles, Patrícia Carvalho e Thais Colli, B_arco.

Cursos 2025

Imersão no Audiovisual. Julia Rufino e Maria Fernanda, EBAC.

Como preparar e vender projetos: estratégias para o mercado audiovisual. Daniel Belmonte, Museu da Imagem e do Som.

Gerenciamento de Carreira. Jessica Gonzatto, Roteiros e Narrativas.

Piloto de Impacto: como elaborar um episódio cativante. Dani Reule, Roteiros e Narrativas.

Autoficção em Séries. João Pedro Pinho, Roteiraria.

Clube do Gatilho. Live de roteiristas, Carolini Assis.

"Estou convencida disto: O bem feito em qualquer lugar é o bem feito em todo lugar. Para variar, comece falando com as pessoas em vez de passar por elas como se fossem pedras que não importam."

Maya Angelou